A janela de transferências se aproxima e, nos bastidores do CT, a diretoria já traçou o que precisa ser feito. Não é hora de promessas vazias, é hora de qualificar o grupo. O Grêmio quer quatro posições essenciais para dar corpo ao trabalho de Luís Castro: meia armador, lateral-direito, ponta-esquerda e zagueiro destro. É o básico para quem tem ambições de levantar taças e não quer passar aperto.
• Criação: Um meia que saiba pensar o jogo.
• Defesa: Lateral-direito e zagueiro destro para arrumar a casa.
• Ataque: Ponta-esquerda para criar sombra no elenco.
Sem invenções, foco no necessário
A ordem interna é clara: parar de gastar errado e buscar quem chegue para resolver. A prioridade máxima é a criação. O time precisa de alguém que organize o meio-campo, pois não podemos depender apenas de lampejos. Na defesa, lateral e zagueiro destro são as lacunas que todos veem — e que a direção, finalmente, parece disposta a fechar. Sobre o ataque, a ideia é clara: aumentar a competitividade. Ninguém pode ter cadeira cativa se não entregar resultado dentro das quatro linhas.
Arthur saiu, e agora?
A pergunta que fica é sobre a reposição para o setor de volantes após a saída de Arthur. A direção descarta novos investimentos por ali, apostando em quem já está no grupo. Se a comissão técnica diz que dá conta, que assim seja. Mas não adianta depois vir com desculpas de "falta de peças" se o meio-campo não render o esperado. A responsabilidade agora é de quem está vestindo a camisa tricolor.