Luís Castro quebra o silêncio, justifica três zagueiros e revela por que barrou joias
O técnico Luís Castro abriu o jogo e explicou detalhadamente a estratégia adotada pelo Grêmio no empate em 1 a 1 diante do Bahia, em Salvador. Em entrevista coletiva recheada de conceitos técnicos, o comandante tricolor justificou o retorno ao esquema com três zagueiros e esclareceu as ausências de peças importantes no time titular.
O fantasma do desgaste físico e a preservação de joias
Uma das principais cobranças da torcida antes do apito inicial foi a permanência de Gabriel Mec e Francis Amuzu no banco de reservas. Castro foi direto ao ponto e culpou o calendário espremido pela decisão de utilizá-los apenas na segunda etapa.
Retorno aos três zagueiros e postura em campo
Castro defendeu convictamente a estrutura defensiva montada na Arena Fonte Nova e negou categoricamente que o Imortal tenha entrado em campo com uma postura covarde ou excessivamente retrancada. Para ele, o Grêmio manteve boa presença ofensiva, mas pecou no aspecto psicológico.
— "Faltou tranquilidade após abrirmos o placar", apontou o técnico, reconhecendo que a pressão psicológica e a proximidade incômoda da zona de rebaixamento pesaram nas tomadas de decisão da equipe quando estava em vantagem.
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Cenário na tabela e maratona decisiva
Com o ponto conquistado em solo baiano, o Grêmio atingiu os 18 pontos e saltou para a 15ª colocação, respirando oficialmente fora do Z-4. Agora, o foco da comissão técnica se divide entre o continente e o reencontro com a torcida.
Antes de tentar engatar uma sequência caseira crucial no Brasileirão contra Santos e Corinthians, o Tricolor vira a chave para a Sul-Americana, onde terá pela frente o duelo contra o Palestino. A expectativa é que a rotação do elenco continue sendo a principal arma de Luís Castro para sobreviver à maratona de jogos.